terça-feira, 19 de agosto de 2014

Campina Verde - Projeto de Lei de autoria do executivo que solicita autorização da Câmara Municipal para parcelar débito do FGTS foi retirado de pauta
Foi retirado de pauta Projeto de Lei Municipal que autoriza o Município de Campina Verde a parcelar débitos perante o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço – FGTS junto à Caixa Econômica Federal.
matéria estava prevista para ser discutida e votada em reunião extraordinária convocada para esta finalidade nesta segunda-feira (18/08), e reuniu dez dos onze vereadores do município, registrando somente a ausência da vereadora Janete Martins Atoui. 
Porém, ao iniciar a reunião, o líder do prefeito na Câmara, vereador Alexandre Macedo informou que havia conversado com o prefeito municipal e em atendimento ao mesmo e solicitou a retirada do projeto (áudio ao lado), alegando que seria necessário fazer adequações e melhorias, que da forma que o projeto foi enviado não tinha condições de ser votado e que precisaria de mais substantivos para retornar à Câmara Municipal. 
Visando acompanhar a votação do projeto, estiveram presentes na Câmara Municipal, vários servidores municipais, dentre eles, membros da diretoria do Sindicato, os quais já haviam solicitado dos vereadores, que fosse feita emenda ao projeto, para efetuar o parcelamento somente dos meses de janeiro a julho de 2014, e que os demais meses devidos fossem pagos integralmente no dia 20 de outubro, conforme foi convencionado pelo prefeito municipal em reunião com os representantes do comando de greve, no dia 23 de julho do ano em curso.
Após as alegações do líder do prefeito, o vereador Mário Machaim Franco, membro da Comissão de Finanças e Orçamento, solicitou a palavra e fez a leitura do parecer elaborado por ele em separado da comissão, o qual já havia sido protocolado na Câmara Municipal, esclarecendo os motivos do seu voto contrário à aprovação do projeto.
Confira abaixo, na integra o parecer contrário ao projeto, elaborado pelo vereador Mário Machaim :

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Advogada Valtiva Maciel Mendes representou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campina Verde em Congresso da FESEMPRE

Foi realizado nos dias 7, 8 e 9 de agosto, o 10º Congresso da Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre). O evento foi realizado no SESC Venda Nova em Belo Horizonte e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campina Verde esteve representado pela advogada, Valtiva Maciel Mendes.  
Durante os dias de realização do evento, foram ministradas diversas palestras e ainda foram oferecidos serviços de apoio ao servidor público.
Valtiva Maciel juntamente com o
Presidente da Fesempre, Aldo Liberato
Neste ano, o 10º Congresso Interestadual Fesempre teve como tema a "Fiscalização e Controle Social na Administração Pública". O tema central apontou para o papel fundamental da sociedade civil no sentido de direcionar o Estado ao fim a que foi criado, qual seja, a garantia dos direitos de seus cidadãos.
Segundo a advogada, Valtiva Maciel, o evento foi uma oportunidade de interação com outros sindicatos e também de capacitação para aprimoramento do atendimento aos anseios dos servidores. “A nossa participação foi muito proveitosa. O conhecimento que adquirimos é muito importante para que possamos melhorar cada vez mais o nosso trabalho junto ao Sindicato visando que o mesmo se fortaleça”, disse ela.
 Mais de 1 tonelada de maconha é apreendida na MG- 255 em Frutal 


A Polícia Rodoviária Estadual realizou a maior apreensão de maconha do ano na MG 255, Km 29, próximo à cidade de Frutal.
A ocorrência foi registrada por volta de 22 horas de sábado (16/08) quando a central de atendimento recebeu informação de que havia um veículo capotado na rodovia.
No local a polícia localizou um veículo marca Mitsubishi Triton L200, placa EWT -7280 (SP) fora da via de rolamento e uma grande quantidade de maconha prensada em tabletes espalhado pelo local.
O condutor do veículo havia fugido do local em sentido ignorado e parte da pista teve que ser interditada até que o material fosse retirado da via e a seguir encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil da cidade de Frutal. 
Em entrevista ao Portal de Notícias "Alô Frutal", o comandante da Polícia Rodoviária Estadual e Ambiental, Tenente Elífio Ribeiro disse que, no total, foram apreendidos 1.376 tabletes  de maconha prensados, totalizando 1.400 kg da substância.
"O motorista do veículo que conduzia o veículo com a maconha evadiu-se do local, porém ele deve ter sido socorrido por um veículo Gol de cor vermelha. Acreditamos que esse Gol estava servindo como batedor dando cobertura nesse transporte”, informou o policial.
A Polícia entrou em contato com os hospitais da região na tentativa de encontrar o motorista que havia evadido do local, porém não tiveram exito. 

Morte no domingo - Ainda na região de Frutal, um homem morreu, neste domingo (17/08), por volta das 19h após um acidente entre um caminhão e uma motocicleta, no Km 30 da BR- 364. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma carreta carregada com açúcar seguia sentido Frutal – Belo Horizonte, quando bateu de frente com uma motocicleta. O condutor da moto, de 38 anos, morreu no local. Os militares compareceram ao local e submeteram o motorista da carreta ao teste do bafômetro, mas o resultado foi negativo.
Em depoimento à PRF, o motorista da carreta relatou que a motocicleta andava na contramão. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Frutal. A Polícia Civil investiga o caso.
Com informações: Portal "Alô Frutal" e G1 Triângulo Mineiro
Fotos: Polícia Militar Rodoviária
Ministério Público aciona prefeito de Campina Verde por atrasos no pagamentos de servidores municipais


Promotor de Justiça - José Cícero
O Ministério Público de Campina Verde, através do Promotor de Justiça, José Cícero Barbosa da Silva Junior instaurou Inquérito Civil visando apurar a ocorrência de atrasos nos pagamentos e/ou a falta de pagamentos da remuneração devida aos servidores públicos municipais.
Dentre as diligências promovidas pelo Ministério Público, no curso do Inquérito Civil, já foram expedidos ofícios ao Prefeito Municipal e ao Secretário Municipal de Finanças, requisitando a folha de pagamento de todos os servidores públicos, efetivos, contratados e comissionados, discriminando desde janeiro deste ano até o mês em curso o valor dos vencimentos dos servidores, a data do efetivo pagamento e a existência de saldo a liquidar, no prazo de quinze dias, ressaltando que o não atendimento injustificado às requisições, poderá caracterizar o delito de desobediência, além de responsabilização por ato de improbidade administrativa.
O Promotor de Justiça também requisitou informações a Gerencia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego sobre o andamento do pedido de registro do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, solicitando celeridade ao órgão na apreciação do pedido protocolado em data passada pelo Sindicato da categoria, alegando que a classe dos servidores públicos municipais vem enfrentando lesões constantes em seus direitos por parte da Prefeitura Municipal de Campina Verde.  
Sabemos que o atraso no pagamento dos servidores públicos municipal configura clara ofensa aos princípios da legalidade, moralidade, responsabilidade fiscal e, sobretudo, grave violação à dignidade humana dos servidores que são privados dos recursos indispensáveis à satisfação de suas necessidades básicas.
E diante dos constantes atrasos de salários cumulados com a falta de pagamento devido dos valores do FGTS dos funcionários do município, desde o mês de junho de 2013, pela primeira vez na história do município, os servidores realizaram no dia 28 passado, uma paralisação seguida de uma manifestação que contou com uma caminhada com faixas por algumas ruas do centro da cidade até a porta da prefeitura.
Na ocasião, uma reunião foi realizada com o prefeito municipal que apresentou propostas aos membros da comissão de greve, os quais decidiram por maioria suspender a paralisação por 90 dias, aguardando o cumprimento das propostas pactuadas e registradas em Ata, entre o Prefeito Municipal e os representantes dos servidores. 

sábado, 16 de agosto de 2014

Copa do Mundo de 1950 no Brasil
Dois campinaverdenses rumo ao Maracanã

*Por Alberto Leonel de Paula e Manna
Depois de 12 anos, devido à interrupção por causa da Segunda Guerra Mundial, a Copa do Mundo voltava a ser disputada, e desta vez no Brasil. Para a Copa do Mundo de 1950, que contou com a participação de 13 seleções, foi construído o Maracanã, o maior estádio de futebol do mundo. A Argentina, que achava que deveria ser a anfitriã da segunda Copa do Mundo na América do Sul, não participou em protesto. 
A competição foi organizada com 4 grupos na primeira fase e uma fase final reunindo os 4 vencedores de cada grupo. Prevista para contar com 16 participantes, a Copa do Mundo 1950 recebeu apenas 13 seleções: Bolívia, Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Iugoslávia, México, Suécia, Suíça e Paraguai.



* FLAMENGO VENDE ZIZINHO AO BANGU, O MAIS CARO JOGADOR DO BRASIL - As manchetes da imprensa brasileira estavam ocupadas, em março de 1950, com o rumoroso caso da transferência, do Flamengo para o Bangu, de Tomás Soares da Silva, o ZIZINHO. 
O mais famoso jogador brasileiro pressionava para sua transferência, ameaçando transferi-se ao futebol Colombiano, indo juntar-se a Heleno, Ari e outros. 
Segundo o Jornal de Uberaba, LAVOURA E COMÉRCIO, de 15 de março de 1950, o sr. Dario de Melo Pinto, Presidente do Flamengo, resolveu por um fim à situação, uma vez que o clube estava na iminência de perder seu mais famoso jogador e sem receber um níquel pelo seu passe. 
Procurou os dirigentes do Bangu e realizou a transação por um milhão de cruzeiros, cifra recorde no profissionalismo nacional e continental. 
O GANHO DE ZIZINHO - Com a transferência, o Bangu se comprometeu a pagar a Zizinho 200 mil cruzeiros de luvas e mais uma casa de retalhos em Niterói-RJ. 
Garantiu o ordenado mensal de Cr$14.000,00, fora os bichos correspondentes aos jogos ganhos. 
A negociação estava concluída. 
Pouco mais de dois meses antes de se iniciar a Copa do Mundo no Brasil, estava assegurada a participação do mais perfeito atacante em sua posição, no selecionado nacional. 
REPRESENTANTES DE CAMPINA VERDE NA COPA DE 1950 - Enquanto isso, os irmãos Manoel da Costa Faria, "Neneco" e Francisco da Costa Faria, "Chiquito Faria", nascidos em Campina Verde, no Triângulo Mineiro, queriam assistir à Copa do Mundo no Maracanã, maior Estádio de Futebol do mundo. 
Não conheciam a Capital do Brasil e, mineiros do interior, estavam curiosos para provar se a água do mar era, de fato, salgada. Neneco, flamenguista fanático, já falecido e Chiquito Faria, que contou toda essa história, ao lado de seu sobrinho Heleno Faria, vascaíno doente, residente em sua cidade natal, com cerca de 94 anos, armavam seus planos. 
Neneco estava inconformado e triste com a saída de Zizinho do seu Flamengo, mas poderia vê-lo na Seleção. 
Combinaram os dois: 
- Vamos à Copa, Chiquito? 
- Ora, Neneco, com que dinheiro? 
Filhos de Fazendeiro, mas, com seus mais de 20 anos, teriam que ganhar o suficiente para as despesas rumo ao Rio de Janeiro. 
Que sorte! 
O Fazendeiro Dimas Justino os contratou para conduzir uma boiada de 1.000 cabeças, que deviam ser entregues em Pereira Barreto, Estado de São Paulo, em Fazenda da Família Borges, grandes invernistas de bois. 
E o ganho daria para realizarem seu sonho: presenciar os jogos do Brasil no Estádio do Maracanã, ver o Brasil ser Campeão do Mundo ! 
CONCLUSÃO DO NEGÓCIO - Ao conferirem os bois, encerrados em curral não muito seguro, apuraram a quantia de 1.111 cabeças. 
E o negócio anteriormente conversado era de 1.000 bois. 
Dimas Justino queria o mesmo preço pedido, para os 1.111 bois. 
Zequinha Faria, o irmão mais velho e experiente, ali presente, aconselhou Dimas Justino a aceitar preço menor nos 111 bois, porque, se não, o negócio não sairia. 
- Mas, se apartar, os 111 são refugos da boiada , questionou o Sr. José Elias dos Santos, conhecido por Zé Major, intermediário e representante dos compradores. 
- Concordo em levar os 111 bois, sem apartar, mas por um preço menor , concluiu Zé Major, pois verificou que o curral não suportaria uma nova apartação, com grande risco de se perder o serviço e atrasar a viagem. 
- Negócio fechado , concluiu Dimas Justino. 
E se deram as mãos. 
Acertados os detalhes de preço e reunida a turma de encarregados, peões e cozinheiro, - 1 peão para cada 100 bois - , ficaram a postos para a partida. 
Os três experientes cães faziam parte da comitiva: Sultão, Boca Preta e Tigre. 
ORDEM DE PARTIDA - No dia seguinte, ainda no escuro, Chiquito Faria mandou reunir a tropa e formar, para que cada um dos 11 cavaleiros pudesse jogar o buçal em seu animal escolhido. 
Rédea, carona, baixeiros, arreio, pelego, alguns metros de correia de couro cru para maneio e baldrana compunham a arreata, além, é claro, do laço, um par de esporas, a capa de chuva e o chapéu firme na cabeça. 
- Pode soltar, Chiquito? , grita Neneco lá na frente, junto ao ponteiro, com o berrante em posição. 
- Pode dar a partida. Cuidado com o curral, que é fraco , responde Chiquito Faria. 
De madrugadinha, no momento em que conseguiram enxergar os bois para a última conferida, saiu vagarosamente a boiada. 
O som do berrante deu o sinal e a comitiva iniciava a primeira marcha. 
A tropa reserva, os burros de carga carregando as bruacas e a carroça com os precisos para o arroz carreteiro e a boia em geral, iam à frente do peão ponteiro, ao som de dois ou três cincerros, pendurados ao pescoço dos animais já amansados para tal finalidade. 
Atentos a toda a movimentação da boiada, principalmente os peões da culatra, cuidavam para que não ficasse nenhum boi de arribada. 
Os ruidosos estalos dos chicotes faziam voltar ao seu lugar algum boi malandro, com a ajuda do Sultão e os mantinham todos atentos no estradão. 
A boiada partiu da Fazenda, próximo à Serra do Dimas, para uma viagem em torno de vinte marchas . 
A conhecida SERRA DO DIMAS, de triste lembrança para os campinaverdenses, localiza-se na Rodovia denominada São Paulo-Cuiabá. 
Foi ali que se acidentou e faleceu o ex-Prefeito Orlando Paula, pessoa muito querida e de família tradicional de Campina Verde. 
Viagem tranquila. 
POUSO DE BOIADA - Atravessaram o Rio Grande para o Estado de São Paulo, próximo à cidade mineira de FRONTEIRA, rumo a Pereira Barreto. 
Ali realizaram um dos 20 pousos em currais seguros. 
Aguada boa, para o gado beber a vontade, com o caminhar previamente calculado para a chegada antes do anoitecer. 
E a peonada já estava ansiosa pela noitada que teriam junto à Casa das Mulheres . 
Estas poderiam também faturar, pois tinham ótimos argumentos para limpar o bolso da turma. 
Neneco e Chiquito, experientes, liberavam apenas alguns trocados, parte dos haveres, para a gastança. 
No outro dia, tinham que ser pontuais para merecerem nova cachaçada. 
O embornal com alguma miudeza, a guampa que serviria, além da água, para tomar, de vez em quando, um golinho de pinga, guardada no corote, iam pendurados ao arreio. 
Escuro ainda, o cozinheiro já servia o carreteiro com dois ovos fritos e pé na estrada. 
Boiada conferida. 
- Vem, vem, vem , chama o ponteiro para mais uma marcha! 
Enfim, chegaram ao destino. 
Boiada conferida, tudo dentro do que foi planejado e combinado, pois, Neneco e Chiquito Faria eram os melhores, os mais experientes nesse tipo de trabalho. 
Restava somente conferir a grana, justo e merecido pagamento pelo serviço prestado, sem nenhuma arribada que exigisse a recoluta. 
E guardaram o dinheiro na guaiaca de couro, com todo cuidado, para o regresso a Campina Verde. 
Deu tudo certo. 
RUMO AO MARACANÃ - A moçada de Campina Verde morria de inveja dos dois caboclos que arrumavam as malas e iam ver o Brasil ser Campeão do Mundo! 
De Campina Verde ao Rio de Janeiro, pegaram cavalo, jardineira, trem de ferro e bonde. 
Enfim, chegaram à então Capital do Brasil. 
Nosso país contava, nesse tempo, com 52 milhões de habitantes. 
Sinalizaram para o bonde que seguia pela Avenida pertinho daquele marão, que os mineiros ainda não conheciam, rumo ao Maracanã. 
Os dois irmãos deram uma descidinha na praia de Copacabana e correram para provar se a água do mar era mesmo salgada. 
- Não é que é verdade, Neneco? 
- É mesmo, sô ! , confirma Chiquito, com uma rápida cuspida. 
Tomaram, novamente, o bonde. 
De repente, enxergaram na calçada da Avenida, nada menos que o Campinaverdense, parente, estudante de medicina, Edmur Nunes da Silva, que se tornaria um dos grandes médicos do Município. 
Desceram do bonde e foi aquela festa! 
Mais um companheiro para ver o Brasil ser Campeão do Mundo! 
A última Copa fora conquistada pela Itália em 1938, pois, a Segunda Guerra Mundial, que matou 100 milhões de pessoas, não permitiu sua realização em 1942 e 1946. 
A Argentina, que desejava realizar a Copa em seu país, boicotou o evento, e se negou a participar. 
Com outras desistências, iniciou-se com apenas 13 países participantes. 
A Taça Jules Rimet, de posse da Itália, chegou ao Brasil de navio e foi entregue à CBD, (depois substituída pela atual CBF ). 
A abertura da Copa se deu pelo então Presidente Eurico Gaspar Dutra, ao som de Bandas de Música, quando foram soltas cerca de 5.000 pombas. 
E as vitórias de nossa Seleção foram se sucedendo.
Na Suécia, 7 a 1, e 6 a 1 na Espanha. 
Neneco vibrando com os gols de Zizinho. 
As goleadas! 
O Brasil inteiro preparado para comemorar o título!
FINAL DA COPA: BRASIL x URUGUAI - Chegou a Final contra o Uruguai! 
O tão esperado 16 de julho de 1950! 
Seria a primeira vez que as camisas dos jogadores levariam números nas costas. 
Chiquito Faria, já enturmado na torcida, fazia sua aposta: 
- 4 a 0 para o Brasil! 
Início de jogo, Brasil faz o primeiro gol 
- Vai ser de goleada , grita Neneco
Edmur, de pouca conversa, mas confirmou: 
- Goleada! 
Não passou muito tempo, aos 26 minutos do primeiro tempo, o Uruguai empata com Schiafino. 
- Ai, que frio na barriga ! , cochicha o Chiquito. 
- Ainda bem que, com o empate, o Brasil é Campeão, explicou o torcedor mais próximo . 
Aos 36 minutos do segundo tempo, 9 minutos para o final, a casa caiu 
Gol do Uruguai! 
Gol de Ghiggia! 
O Uruguai fez 2 a 1! 
Silêncio ensurdecedor toma conta do Maracanã 
Deu tremedeira no time brasileiro, incapacitado de reagir, no tempo que restava ! 
O juiz apita, final de jogo 
O Brasil perdeu a Copa 
O Uruguai é o Campeão do Mundo 
Choradeira geral 
Final do Jogo, cadê o Edmur? 
- Chiquito, ele se vira..., vamos embora! , exclamou engasgado o Neneco. 
E o Neneco puxou a fila, de cabeça baixa, iniciando o retorno a Campina Verde. 
Qual nada, já foram direto para a Fazenda do Pai, esconder seu desapontamento, prometendo nunca mais irem ao Maracanã
... e o sonho acabou ...
* Alberto Leonel de Paula e Manna - É Associado Correspondente do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE MINAS GERAIS
Contato e-mail: alberto_manna@hotmail.com
Subseção da OAB de Campina Verde realiza jantar comemorativo do Dia do Advogado

Na última segunda-feira (11/08) foi realizado o jantar de comemoração ao Dia do Advogado, promovido pela 127ª Subseção da OAB. O evento foi realizado no Restaurante Barril com a presença dos diretores da subseção, Emiliana Urzedo (Presidente), Valtiva Maciel, Jairon Pereira e Gaudêncio Faria, demais advogados da comarca e familiares, juíza de direito, Eleusa Gomes, Promotor de Justiça, José Cícero, Delegado de Polícia, Dimer de Toledo, funcionários do fórum local, da OAB e do Ministério Público e demais convidados.
Agradecendo aos presentes, a Presidente da 127ª Subseção da OAB, advogada Emiliana Urzedo agradeceu a presença de todos, salientando: "Sabemos das dificuldades que a vida pessoal e profissional nos coloca quando se pretende promover uma confraternização entre os colegas, tanto é que o tesoureiro de nossa subseção, Mauro Alves, infelizmente não pôde se fazer presente hoje, em virtude de outros compromissos, mas estamos muito satisfeitos pela presença de todos vocês nessa confraternização, que valoriza não apenas nós advogados, individualmente, mas também a nossa entidade, que é muito mais do que um órgão de classe. A OAB, tanto no cenário nacional, estadual e em nossa comarca é hoje uma entidade sem paralelos no papel que exerce enquanto representante da sociedade civil, e todos nós temos muito a nos orgulhar disso".
Antes do jantar, houve o sorteio de brindes entre os presentes.
Confira mais fotos no álbum abaixo:

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

CHEGOU A SEXTA MALUCA - SUPERMERCADOS SANTA RITA
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Campina Verde – Sindicato Rural e SENAR realizam curso de Derivado de Leite.

Parceria entre Sindicato Rural e SENAR possibilitou a realização de Curso de Produção de Derivados do Leite em Campina Verde

Encerrou na última sexta-feira (08/08), no Sindicato Rural de Campina Verde o Curso de Derivados do Leite em parceria com o SENAR “Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional Rural”, no qual participaram 11 alunas.
O curso foi administrado pela tecnóloga em laticínios Lílian Guimarães, onde as participantes aprenderam e/ou se aperfeiçoaram em mais de 10 derivados do leite.
De acordo com a funcionária do Sindicato Rural que prestou suporte na realização do curso, Joelma Monteiro o objetivo do Sindicato é incrementar a cadeia produtiva do leite, a profissionalização das pessoas e gerar produtos de maior qualidade nessa área.
Iogurtes, queijos, bebida láctea, doces e requeijão foram algumas das produções feitas pelo grupo de alunas. O leite - item que integra o agronegócio brasileiro - é um alimento de excelente qualidade nutritiva que pode ser utilizado tanto "in natura" quanto processado em derivados, cuja forma agrega valores ao produto, aumenta a sua vida útil e diversifica os modos de consumi-lo.
No final do curso houve a degustação dos produtos fabricados no decorrer da semana, ocasião em que as participantes ressaltaram a importância do aprendizado de novas técnicas bem como a importância de se produzir com qualidade os itens derivados do leite, além de agregar valor e possibilitar a produção comercial no município.


Estiveram presentes no encerramento do curso, além das participantes e instrutora, os funcionários do Sindicato Rural, o Presidente Wagner Faria e a vereadora Olívia Nahass.